A Bolsa · Porquê
Uma bolsa que nasce
de muitos.
A Bolsa Luís Andrade Barreira financia investigação em cancro, no i3S, no Porto. Recorrente, transparente e centrada nos investigadores.
O cancro não pede autorização. Chega, tira, e deixa um espaço que ninguém volta a preencher.
Não temos como devolver quem partiu. Mas temos como impedir a próxima ausência — se financiarmos quem investiga, hoje, com constância.
A luta contra o cancro ainda é de poucos: quase todo o financiamento vem de meia dúzia de mãos — grandes fundações, grandes fortunas. Quem quer ajudar fica de fora.
Acreditamos numa ideia simples: muitas contribuições pequenas, somadas, tornam-se uma força grande. É a economia de escala posta ao serviço da ciência. Sozinho, um euro não cura; mas mil contributos pequenos, dez euros de cada vez, sustentam um investigador durante um ano inteiro.
Não é preciso ser milionário para fazer a ciência avançar. Com poucos euros por mês, mil pessoas valem o mesmo que um grande mecenas — e trazem o que o mecenas não traz: pertença.
Por isso financiamos pessoas, não estruturas. E prestamos contas de tudo: cada euro tem nome.
Cada euro tem nome
Financiamos pessoas, não estruturas
Muitos gestos pequenos, um gesto grande
História do Luís
Uma linha que não se apaga.
O Luís era engenheiro, apaixonado por música e por dança. Tinha trinta e cinco anos e muita dança ainda pela frente. Quando o cancro chegou, a família fez o que todas as famílias fazem: esteve lá, esperou, acreditou — e aprendeu, do pior modo, que querer não chega.
Quando partiu, o Luís deixou um pedido: que o seu dinheiro fosse para a ciência, para algo com impacto direto na investigação. Procurámos esse caminho durante mais de um ano e não o encontrámos — então decidimos construí-lo. De todas as portas a que batemos, só uma se abriu por inteiro: a do i3S. Esta bolsa é a forma de cumprir o pedido do Luís e de o estender a todos os que se quiserem juntar.
Como funciona
Quatro passos, sem letra miúda.
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Contribuis
Um gesto pequeno, mensal ou único. O que puderes.
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Agrega-se
Muitos gestos pequenos juntam-se numa só bolsa. É a economia de escala.
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O comité do i3S seleciona
Um comité científico independente escolhe os projetos por mérito.
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Publicamos tudo
Cada euro tem nome: mostramos o que entrou, para onde foi e o que mudou.
Comité i3S
Quem escolhe, e como.
Um comité científico independente do i3S avalia as candidaturas e seleciona os projetos por mérito. A gestão da bolsa não interfere no mérito científico.
Os critérios de elegibilidade, os critérios de avaliação, a composição do comité e os prazos estão reunidos na página de candidaturas.
Ver critérios de seleçãoGovernação
Como nos organizamos.
Família Andrade Barreira
A família assegura a gestão da bolsa e zela pela missão — não interfere no mérito científico.
Independência científica
A seleção é do comité do i3S. A gestão não interfere no mérito.
Custódia no i3S
O capital fica em custódia (escrow) no i3S até ser investido nos projetos.
Prestação de contas
Relatórios trimestrais e um Relatório & Contas anual, públicos.
Custos ao mínimo
A esmagadora maioria de cada euro vai para investigação.
FAQ
Perguntas frequentes.
Para onde vai o meu contributo?
Cada euro é afetado a bolsas de investigação atribuídas por mérito pelo comité do i3S. Publicamos, no razão de contas, o que entrou, para onde foi e o que mudou. Cada euro tem nome.
Posso alterar ou cancelar a contribuição mensal?
Sim, a qualquer momento e sem justificação. A contribuição é sua e fica sempre sob o seu controlo.
Quem escolhe os investigadores financiados?
Um comité científico independente do i3S, por mérito. A bolsa financia pessoas e projetos — não estruturas.
Os meus dados de cartão ficam guardados no site?
Não. O pagamento é processado pela Stripe (conforme PCI); os dados do cartão nunca passam pelos nossos servidores.
O meu nome fica público?
Só se marcares essa opção. Por defeito, a tua doação é privada. O email nunca é tornado público.
Recebo recibo?
Sim, a Stripe envia o recibo por email após cada pagamento.